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Modera participa de estande na culminância do Projeto do CMEAS, `Vencendo a Dengue, a Zika e a Chikungunya´

Foto: Divulgação

Tendo como propósitos, informar as diferenças entre o mosquito da dengue e o pernilongo doméstico, assim como relacionar esse último com a poluição orgânica do Rio do Antônio, o MODERA abriu um estande na culminância do Projeto do CMEAS, “Vencendo a Dengue, a Zika e a Chikungunya”, realizada no último dia 30 de abril. Os Coordenadores do MODERA, Henrique Moreira Rocha, Jorge Valério Gomes e José Roberto Santos ministraram palestras aos alunos, professores, funcionários e pais do CMEAS e ainda distribuíram aos membros dessa Comunidade Escolar, cópias de folheto explicativo sobre o que é o MODERA e da Carta Aberta pelo Saneamento Ambiental do Município de Brumado, que menciona a disseminação das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, dentre outros problemas relacionados com o saneamento ambiental. 

Foto: Divulgação

Conforme o pesquisador José Bento Pereira Lima, do Laboratório de Fisiologia e Controle de Artrópodes e Vetores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o Mosquito da Dengue deposita seus ovos em água limpa, não necessariamente potável. É urbano e tem preferência por sangue humano. Sua aparência é escura e possui marcações brancas no corpo e nas pernas. Age durante o dia, mas pode picar também à noite. Põe os seus ovos em área úmida, próxima à lâmina d’água; transmite a Dengue, a Zika e a Chikungunya. Já o pernilongo doméstico, segundo o pesquisador da Fiocruz, deposita seus ovos diretamente em águas muito poluídas e com muita matéria orgânica em decomposição. Assim como o mosquito da dengue, é urbano e tem preferência por sangue humano. Sua cor é marron e prefere o horário noturno para agir. Igual ao mosquito da dengue costuma colocar 100 ovos por postura, mas esses podem chegar a 150 ou 200. Em algumas regiões do Brasil, o pernilongo pode transmitir a Elefantíase, Encefalite e a febre hemorrágica grave. Como o pernilongo se reproduz em água com muita poluição orgânica, o Rio do Antônio tornou-se um grande berçário para essa espécie. 



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